quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Os outros...

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É muito provável que este Ferrari Dino seja um dos que correu na Boavista, no Grande Prémio de Portugal 1960. Embora eu não seja grande simpatizante deste marca, confesso que fiquei encantado com o cantar do seu motor.

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Também gostei muito deste Aston Martin DBR4.

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Na opinião do Stirling Moss, o Maserati 250F foi o melhor F1 que conduziu em toda a sua carreira. É também um dos meus carros preferidos.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pre-War Motor Racing Legends

Cortesia do Francisco Vieira e Brito, para quem enivio um grande abraço e agradeço a companhia que ele e o filho me fizeram durante o almoço.

Reparem na perícia do piloto do triciclo, que era verdadeiramente espectacular (se não estou em erro, ficou em 2º ou 3º lugar).

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Lotus Cortina

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E com estes três Lotus Cortina, chega ao fim a minha reportagem sobre os Lotus presentes no Autódromo de Portimão, durante o Algarve Historic Festival 2009.

Como devem imaginar, participaram outras marcas menos carismáticas, por isso vou fazer um “Best of” e publicar mais algumas fotos.

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Lotus Seven

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O Seven do João Mira Gomes é mesmo um Lotus Seven Series 3.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Lotus Elan Plus2

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Até há pouco tempo ainda era possível comprar um Elan +2 relativamente barato e transformá-lo para competição. No entanto, começa a ser cada vez mais difícil, porque a  cotação deste modelo tem vindo a subir.

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domingo, 8 de novembro de 2009

John Player Special

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Em toda a minha vida nunca fumei, mas cheguei a comprar dois maços de cigarros: o primeiro foi um Gold Leaf, em 1969, aquando da minha primeira estadia em Londres; o segundo terá sido em 1972, quando o Emerson Fittpialdi conduziu o Lotus 72 à vitória no Campeonato do Mundo de F1, com as cores da John Player Special. Mais tarde, no último ano em que o Ayrton Senna correu na Lotus, adquiri um cinzeiro da Camel, ao qual nunca dei qualquer uso, a não ser o de figurar ao lado da minha colecção de miniaturas Lotus.

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Não deixa de ser curioso o facto do team de Colin Chapman, que era um anti tabagista militante, ter ficado para sempre ligado a essas três marcas de cigarros, como de resto a motorhome faz questão de evocar. 

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Fly with ANA

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Lotus 79 (1978)

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Por qualquer razão, o Lotus 79 (ex. Ronnie Peterson), conduzido pelo Chris Locke, teve que arrancar da box.

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Mas, durante a corrida, conseguiu recuperar vários lugares. DSC_0226

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Este carro era, sem margem para dúvidas, o Lotus mais valioso de todos os que estiveram no Algarve.

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Desta vez o Clive Chapman não pôde deslocar-se ao nosso país, mas o Classic Team Lotus compareceu em peso. Um agradecimento muito especial para o team manager Chris Dinnage, pela simpatia e paciência com que me aturou.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jackie Oliver

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A propósito do Lotus 47, tive o gosto de conhecer pessoalmente o Jackie Oliver que, em 1967, e partilhando com John Miles o carro da fábrica venceu, na sua classe, a famosa corrida de sport-protótipos BOAC 500, em Brands Hatch (9º da geral). 1967

O seu nome ficou para sempre ligado ao Lotus 49 e à Fórmula 1, porque foi ele o piloto convidado para ocupar o lugar deixado vago pelo saudoso Jim Clark, após o seu fatídico despiste em Hockenheim, em 1968. O próprio Oliver viria a sofrer um acidente muito feio mas, milagrosamente, escapou ileso.

France-1968 Nesse mesmo ano voltou a conduzir o Lotus 47 de fábrica na BOAC, desta vez com as cores Gold Leaf, tendo terminado em 10º da geral, com nova vitória na sua categoria.

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De referir ainda que, ao volante de um Ford GT40, ganhou as 12 Horas de Sebring e as 24 Horas de Le Mans. Venceu ainda as 24 de Daytona, conduzindo um Porsche.

Mais informações aqui.

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Lotus 47

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Este Lotus 47 dos portugueses Manuel Ferrão/Diogo Ferrão foi, seguramente, um dos Lotus que mais gostei de ver em Portimão. Infelizmente, não tive o prazer de conversar com os seus proprietários, para ficar a saber mais alguma coisa sobre a sua história.

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Durante as duas corridas em que participou, fiquei com a sensação que ainda há muito trabalho pela frente…

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lotus 32B

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Chris Locke foi a grande figura do fim-se-semana, ao vencer as duas corridas do HGPCA PRÉ-66 GP.

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Este americano, que veio de propósito dos Estados Unidos para participar no Historic Festival, confidenciou-me que é proprietário de três Lotus F1 mas, em Portugal, optou por correr com este carro alugado ao Clive Chapman.

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Chris Locke à saída do “transporter” do Classic Team Lotus, que o João Cunha segurava com redobrada atenção para ele não virar…

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Lotus 23(?)

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Lotus 22 (1963)

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Lotus 18/21 (1961)

Confesso que nunca tinha visto um Lotus com esta designação mas, em Portimão, inscreveram-se dois na corrida HGPCA PRÉ-66 GP.

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Lotus 18 (Fórmula Júnior)

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Os Lotus 18 da Fórmula Júnior eram bastante parecidos com os da F1. A diferença estava no motor, que não ultrapassava os 1100cc.
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Lotus 18 F1 (1960)

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Este Lotus 18, com motor de 2.5l,  é idêntico aos que participaram no Grande Prémio de Portugal de 1960, no circuito da Boavista,  conduzidos respectivamente por John Surtees, que fez a pole e a volta mais rápida em corrida, Jim Clark, que acabou em 3º, Stirling Moss e Innes Ireland.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Conversões RHD-LHD


Como todos sabemos somente uma região da Europa tem carros "Right Hand Drive" ou condução à direita, enquanto o resto da Europa é "Left Hand Drive". Assim, o mercado do Reino Unido é um pouco isolado do continente. A cultura automóvel deste país é também diferente do resto da Europa no que toca aos carros desportivos pois ao lado do vulgar carro familiar há muitas vezes um desportivo de fim-de-semana. Esta é a base da fabulosa cultura de sportcars do Reino Unido. Essa diferente cultura é a causa de um florescente mercado de veículos em segunda mão. Muito mais carros desportivos estão disponíveis no mercado britânico e com preços abaixo dos preços do continente. Isso abre o caminho para conversões de RHD para LHD porque o trabalho combinado com a compra mais em conta no Reino Unido ainda está abaixo dos preços continente. O facto de a Libra estar mais atraente em relação ao Euro também é um factor importante.
A Red Water CSC é uma empresa de Liége na Bélgica dirigida por Bart Massin um belga que há alguns anos se dedica a converter Lotus e outros desportivos ingleses na sua oficina nas Ardenas. A Red Water especializou-se nos Elise/Exige convertendo desde os primeiros S1 até aos recentes Exige Cup e 2-Eleven. Os preços incluem as peças necessárias à conversão bem como a mão de obra e vão desde os €3400 para um Elise S1 até aos €4800 para um Exige S2 com ar-condicionado e ABS+ETC (IVA não-incluído) e têm 1 ano de garantia. A Red Water oferece também um serviço de transporte desde Inglaterra até à Bélgica, transporte este com taxas bastante competitivas.
Como iniciar um projecto RHD - LHD?
Primeiro tem que encontrar o seu "dreamcar". Sitios bons para começar a busca são www.pistonheads.com e www.autotrader.co.uk Para os mais aventureiros o local onde se encontram os melhores preços é sem dúvida o ebay.co.uk mas há que ponderar todos os riscos. Os dealers da marca como a Bell&Colvil ou Adrian Blith têm a vantagem de ter carros mais recentes, com menos kms e com garantia. A Red Water tem também um serviço que procura o carro nos dealers, trata da papelada e leva o carro até às suas instalações.

Uma vez encontrado o carro há que tratar da documentação e para isso é obrigatório o documento V5C (registo). O V5C é o documento concedido pela DVLA e vai precisar deste documento para registar o carro em Portugal. O famoso COC pode ser obtido na marca pois será difícil que o antigo dono o tenha. O COC é o certificado de conformidade com as especificações técnicas do carro. É válido em toda a Europa e é necessário para a IPO. Estando o carro matriculado em Inglaterra e com um seguro válido, pode circular até à Bélgica e depois para Portugal. Se preferir pode entregar este trabalho a um transportador.

A Conversão
Após a fixação da data e assinatura de um contrato com a Red Water, paga-se uma parte para que as suas peças possam ser encomendadas. A Red Water só funciona com as mesmas peças utilizadas pelos Lotus Dealers. A vantagem de um Lotus é o interior simples e assim, a conversão é uma operação relativamente fácil. Apenas se tem que adaptar o sistema de direcção, o painel de instrumentos e painéis laterais, ar condicionado, electrónica, sistema de ventilação, luzes e troca dos bancos. A conversão total leva 3 semanas após a entrega do carro. Esta é sem dúvida uma boa alternativa para quem sonha com um Elise mas não tem capacidade financeira para adquirir um carro novo e visto que em Portugal os carros vendidos raramente trocam de mãos, este é uma boa solução para encontrar um usado. Como o próprio Bart diz "(...) we do it more for the Lotus passion to give the opportunity to other drivers to buy a (cheap) Lotus and drive the car (as the EU prices are much higher)"
A Red Water pode ser contactada pelo email info@houseofspeed.be e o Bart Massin pelo telemóvel +32 479 61 96 72. 

Mais informações em http://www.houseofspeed.be/redwater.html

Os membros do Club Lotus Portugal que façam referência a este artigo têm direito a uma oferta especial se decidirem converter o seu Lotus na Red Water.

Preços
(partes, horas de trabalho, garantia 1Year incl.) IVA Excl.
LOTUS ELISE S1 3400.00 Euros
LOTUS ELISE S2 4200.00 Euros
LOTUS ELISE S2 4500.00 Euros (with airco or abs)
LOTUS ELISE S2 4800.00 Euros (with airco and abs)
LOTUS EXIGE S1 3400 Euros
LOTUS EXIGE S1 3700 Euros (with airco)
LOTUS EXIGE S2 4200 Euros
LOTUS EXIGE S2 4500 Euros (with airco or abs)
LOTUS EXIGE S2 4800 Euros (with airco and abs)
LOTUS 2 ELEVEN 3400 Euros
LOTUS EUROPA 4800 Euros (with airco and abs)
LOTUS ESPRIT 7000 Euros (depending on model)
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Claudio Berro, novo director desportivo da Lotus

A Lotus nomeou Claudio Berro como seu novo director desportivo meses antes do seu aguardado regresso ao mundo da F1. Berro é reconhecido pelo seu trabalho como gestor desportivo tendo anteriormente liderado a estrutura da Peugeot Itália depois de se ter iniciado nas lides desportivas como co-piloto nos saudosos Sunbeam Lotus tendo mesmo se sagrado duas vezes campeão de Itália de Ralis - Grupo 2 em 1981 e 1982. Após o seu trabalho na Peugeot foi Team Manager da Ferrari F1, Manager da Maserati Corse e Director desportivo da Fiat-Abarth.

Falando sobre seu novo papel, Berro, afirmou: "A Lotus tem um património inigualável no automobilismo, não só na Fórmula 1, mas também em corridas de Sportscar, Campeonato Mundial de Rallyes, Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

Berro reportará directamente ao CEO do Grupo Lotus Dany Bahar, e é muito provável que Berro vá ter algum envolvimento com a nova equipa de F1, que está actualmente a preparar um regresso às corridas no início do próximo ano.

"Não há nenhuma outra empresa no mundo que pode reivindicar tantos elogios e campeonatos numa variedade tão grande de campos do desporto motorizado e estou ansioso por voltar a introduzir a Lotus no automobilismo de alto nível, não só para competir e vencer, mas também para demonstrar a tecnologia compartilhada entre os desportivos Lotus e os carros de corrida. "

A propósito desta nomeação Dany Bahar, diz: "Estou encantado que Claudio se junte a nós como director desportivo. Ele tem um histórico comprovado de não só criar e gerir as divisões do desporto motorizado, mas também em ganhar campeonatos. As suas capacidades serão muito valiosas agora que retornamos ao automobilismo de alto nível em todo o mundo. "
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Bobby Rahal

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Este senhor que aparece ao meu lado, e que por acaso tem exactamente a minha idade, só foi três vezes campeão da CART Indycar (ganhou 24 corridas e somou 88 pódios) e venceu duas vezes as famosas 500 Milhas de Indianápolis. Além disso, participou em 16 corridas de F1, ao volante de um Wolf. Foi também director da equipa Jaguar F1.

47GT60IMSA Actualmente diverte-se a aceitar convites para correr em clássicos, como foi o caso deste Lotus 47.

DSC_0276 E no Algarve deu um verdadeiro espectáculo de condução ao volante de um Lola T290, de 1972, idêntico ao do famoso team BIP.

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